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Pertinho de Santiago, as litorâneas Valparaíso e Viña del Mar são um passeio interessante, bem como as vinícolas da região e a própria capital

A Saga continua com o Nissan X-Trail CVT 2.5
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
A Saga continua com o Nissan X-Trail CVT 2.5

Na primeira parte dessa reportagem sobre o roteiro de 2.600 km que fiz com a família, a bordo de um Nissan X-Trail da nova geração, escrevi sobre os caminhos até a Região dos Lagos, passando por Pucón, Temuco, Valdivia e Puerto Varas, além das belezas do circuito que dá a volta no Lago Llanquihue, ao pé dos vulcões Osorno e Calbuco. Agora chegou a vez de escrever sobre a capital chilena, Santiago, e sobre as famosas Valparaíso e Viña del Mar, que ficam no litoral do Pacífico.

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Eis a rota traçada na parte 2 da viagem com o Nissan X-Trail
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Eis a rota traçada na parte 2 da viagem com o Nissan X-Trail

O carro que utilizei nessa reportagem foi um X-Trail CVT com motor 2.5 de 171 cv de potência e 23,7 kgfm. Devido à grande distância, alternei o volante com minha esposa e também viajei no banco de trás. Posso dizer que o novo Nissan X-Trail é confortável em todas as situações. Mesmo atrás, a visibilidade é boa e o carro não dá solavancos, graças à suspensão traseira independente. Na volta de Puerto Varas, fiz uma parada para dormir em Temuco, pois a distância total é de 1.015 km, sempre com pista dupla. A velocidade máxima permitida no Chile é de 120 km/h e não vi radares na estrada, mas, mesmo assim, todos os motoristas a respeitam. Fiz o mesmo.

Nissan X-Trail na Ruta 68, que liga Santiago ao litoral
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Nissan X-Trail na Ruta 68, que liga Santiago ao litoral

Não é preciso ter um carro para conhecer bem Santiago , pois a capital tem um excelente sistema de metrô e os táxis não são muito caros. A maioria dos turistas fica no centro, perto do mercado municipal, do Palácio de La Moneda e da catedral, mas nós preferimos ficar no bairro de Providência. Foi uma ótima decisão, pois é uma zona residencial agradável e muito segura, onde se pode caminhar à noite sem nenhum problema.

Existem inúmeros restaurantes, bares nas calçadas, minimercados e lojas de todo tipo, além de fácil acesso ao metrô. Em Providência fica também o Sky Costanera , que é o prédio mais alto da América do Sul. Ele tem 300 m de altura e oferece uma vista de tirar o fôlego no final da tarde. No térreo, nos primeiros andares e no subsolo funciona um shopping center, com supermercado, lojas de câmbio e outras conveniências.

Sky Costanera, o edifício mais alto da América Latina, que chamou atenção na viagem com o Nissan X-Trail
Divulgação
Sky Costanera, o edifício mais alto da América Latina, que chamou atenção na viagem com o Nissan X-Trail

Em Santiago você vê todo tipo de carro, pois o mercado é aberto, sem nenhuma restrição às importações. Assim, é possível encontrar modelos que nunca vieram para o Brasil, como o Nissan Qashqai . A única coisa que não gostei em Santiago foi ficar preso num congestionamento dentro do maior túnel da cidade, que tem cerca de 4 km de extensão. No final da tarde ele sempre entope. Num país conhecido por sofrer terremotos várias vezes ao ano, não é muito agradável. Santiago é uma cidade moderna, com raras exibições de pobreza explícita, como é normal em São Paulo e já bastante comum em Buenos Aires.

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Existem sem-teto vivendo em barracas, mas são poucos. Santiago não é tão charmosa quanto Buenos Aires, pois suas atrações ficam mais espalhadas, mas ainda assim vale a pena ficar pelo menos três dias na capital chilena.

Terremoto em Viña del Mar

Nissan X-Trail na entrada de Viña del Mar
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Nissan X-Trail na entrada de Viña del Mar

A estrada que leva às duas famosas cidades do litoral é a Ruta 68, de pista dupla. Ela sai em direção ao bairro de Pudahuel, onde está localizado o aeroporto internacional Arturo Merino Benítez. Portanto, para quem já conhece Santiago e quer ir direto para o litoral, basta alugar um carro no aeroporto, que já estará pertinho da rodovia.

Pit Stop com o Nissan X-Trail para tomar um expresso Puro e expresso com leite na Viña Emiliana, o melhor café do Chile
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Pit Stop com o Nissan X-Trail para tomar um expresso Puro e expresso com leite na Viña Emiliana, o melhor café do Chile

Até Valparaíso são 116 km e até Viña del Mar são 124. Porém, chegando no litoral, a estrada se bifurca e pode-se ir para uma ou para outra diretamente, sem passar por dentro de uma delas. O caminho é excelente e a paisagem guarda algumas surpresas, como um moderno túnel, vistas do vale na descida da serra e inúmeras vinícolas, entre elas as famosas Emiliana e Concha y Toro .

Chegada na Viña Emiliana com o Nissan X-Trail
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Chegada na Viña Emiliana com o Nissan X-Trail

Embora sejam grudadas e separadas somente pela rua da praça onde fica o relógio de flores, Viña del Mar e Valparaíso são diferentes como água e azeite. Não se misturam. Cada uma a seu modo, as duas podem encantar... ou decepcionar. Foi em Viña del Mar que a seleção brasileira de futebol jogou na primeira fase da Copa do Mundo de 1962, abrindo caminho para o bicampeonato mundial. O Brasil estreou contra o México, vencendo-o por 2 a 0 com um belíssimo gol de Pelé, mas no segundo jogo o rei do futebol se contundiu e, a partir desse jogo, quem brilhou foi Garrincha.

O motorista do Nissan X-Trail não pode fazer a degustação de vinhos, mas a visita ao local foi bastante interessante
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
O motorista do Nissan X-Trail não pode fazer a degustação de vinhos, mas a visita ao local foi bastante interessante

Viña del Mar tem praias bonitas, uma linda avenida beira-mar, com calçadão, restaurantes, bares bacanas e tudo o mais que é comum nos balneários. A cidade nasceu da união de duas fazendas e abrigava casas de veraneio para a aristocracia chilena. Aos poucos, tornou-se “chique”. Foi num restaurante de Viña del Mar que passamos o maior susto da viagem: um terremoto. Estava tudo calmo quando o chão começou a tremer levemente.

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"Vocês estão sentindo o chão tremer?", perguntou minha esposa. Todos sentiam, mas ninguém falou nada. Um caminhão passava pela rua. "Será que é o caminhão?", perguntou novamente. Minha mente fazia conexões entre o tremor que sentíamos e os leves tremores das pontes paulistanas. Não era igual. Pensei em algo pior. De repente, o chão começou a se mexer de forma violenta. Ouvimos barulho de panela caindo e um grito feminino vindo da cozinha. Era um terremoto!

Relógio de flores em Viña del Mar, que embelezou as memórias da viagem com o Nissan X-Trail
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Relógio de flores em Viña del Mar, que embelezou as memórias da viagem com o Nissan X-Trail

Num átimo, olhei para o teto e para a rua, como a decidir se era seguro ficar ali. Ao mesmo tempo, coloquei as duas mãos na mesa e senti tudo mexer, o chão não era mais um lugar seguro. Logo passou, mas o coração de todos estava acelerado e nos olhamos incrédulos. Acabávamos de sentir um terremoto, logo confirmado pelos garçons. Não foi destruidor, mas foi muito mais forte do que os constantes tremores de terra registrados no Chile. Não demorou muito e os noticiários já relatavam um tremor de 5,5 graus na escala Richter.

Antes de outras atrações com o Nissan X-Trail, vale lembrar de um dos visuais mais marcantes da Viña del Mar
Divulgação
Antes de outras atrações com o Nissan X-Trail, vale lembrar de um dos visuais mais marcantes da Viña del Mar

Estávamos a uns 80 km do epicentro, que ocorreu mais ao sul e reverberou até em Mendoza, na Argentina, do outro lado da Cordilheira dos Andes . Foi só um susto, sem nenhum registro de ferido. Mas, para quem não está acostumado, serviu para mostrar que simplesmente não há muito o que fazer em caso de terremoto, a não ser identificá-lo rapidamente e tentar correr para algum lugar que proteja sua cabeça. O Chile, definitivamente, é um país emocionante. E lá descobrimos que um pouco mais ao sul, ao lado da Cordilheira dos Andes, existe um supervulcão escondido sob um lago, cujo solo se eleva 30 cm a cada ano. Se explodir, dizem que afetará toda a América do Sul.

Valparaíso é descolada

Grafites compõem a arte urbana de Valparaíso, os quais eram vistos com alguma frequência na rota com o Nissan X-Trail
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Grafites compõem a arte urbana de Valparaíso, os quais eram vistos com alguma frequência na rota com o Nissan X-Trail

Se Viña del Mar é um agradável balneário, Valparaíso abriga o porto. Encrustada na montanha, como se fosse uma Mônaco sul-americana, Valparaíso é uma cidade do tipo “ame ou odeie”. Não passa a sensação de riqueza da vizinha, mas sim a alma lutadora do povo chileno. Visto de longe, o Cerro Alegre exibe a policromia das casinhas de madeira.

Guiamos o Nissan X-Trail até o Porto de Valparaíso tem extrema importância para a economia
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Guiamos o Nissan X-Trail até o Porto de Valparaíso tem extrema importância para a economia

Chegando mais perto, a parte alta de Valparaíso reserva a mais incrível diversidade de arquitetura, entremeada por caóticas ligações elétricas e ruas estreitas em subidas íngremes, descidas radicais, abismos com vista ao porto, e ruelas que dão “nonada”, como diria Guimarães Rosa. É uma mistura do Caminito de Buenos Aires (mas com vida de verdade), Pelourinho de Salvador e Vila Madalena de São Paulo. Os restaurantes são ótimos, os bares são descolados. A vida cultural é agitada e os grafites que colorem a cidade com mil tons deixariam o ex-prefeito João Doria louco da vida. Por tudo isso, Valparaíso é para poucos.

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Na viagem com o Nissan X-Trail, conhecemos o bondinho que leva ao Cerro Alegre em Valparaíso
Divulgação
Na viagem com o Nissan X-Trail, conhecemos o bondinho que leva ao Cerro Alegre em Valparaíso

Quem gosta desse caos urbanos e cultural, desse quase protesto diante da comportada Viña del Mar, vai se apaixonar por Valparaíso e por tudo que há por descobrir nela. Quem prefere algo mais comportado, nem precisa se dar ao trabalho de conhecê-la. Mesmo na parte baixa, plana, onde fica a vida comercial e administrativa da cidade, o caos é uma norma, com trânsito ruim, ruas estreias e ônibus grandes. Dá para subir para a parte alta de bondinho ou de carro para visitar a maioria dos 42 cerros (morros) da cidade. Por suas características, Valparaíso pode ser vista em apenas uma tarde ou então em vários dias – tanto que são muitos os estrangeiros que vão visitá-la e acabam ficando.

Vista de Valparaíso, outra imagem que ficará da viagem com o Nissan X-Trail
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Vista de Valparaíso, outra imagem que ficará da viagem com o Nissan X-Trail

Em 2015, o site de viagens mexicano Mi Nube elegeu os 20 bairros mais bonitos da América Latina e Valparaíso ficou em primeiro lugar, derrotando o Centro de Bogotá, o Pelourinho de Salvador, Habana Vieja (Havana, Cuba) e La Boca de Buenos Aires, entre outros pontos famosos. Por todos esses motivos, ir de carro para Vinã del Mar e Valparaíso foi uma decisão acertadíssima, embora muitos prefiram ir de ônibus.

Outra vista de Valparaíso, desta vez com a igreja ao fundo. Bora entrar no Nissan X-Trail novamente?
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Outra vista de Valparaíso, desta vez com a igreja ao fundo. Bora entrar no Nissan X-Trail novamente?

Na estrada de Santiago ao litoral o X-Trail chegou a marcar médias de 20 km/l de combustível em alguns trechos, finalizando com 17 km/l. O pedágio tem o mesmo preço do restante do Chile. O único inconveniente de ir de carro foi não poder degustar os vinhos da vinícola Emiliana (que fabrica, entre outros, o Adobe, bastante consumido no Brasil). Em compensação, o café expresso e o expresso com leite da Emiliana foram os melhores que encontrei no Chile.

O diabo da Concha y Toro

Tour na Viña Concha y Toro, depois de pegar estrada com o Nissan X-trail
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Tour na Viña Concha y Toro, depois de pegar estrada com o Nissan X-trail

Nenhuma visita ao Chile será completa se não incluir uma visita a uma vinícola. Existem várias opções, mas optamos por uma pertinho de Santiago, a Concha y Toro, que fabrica o famoso vinho Casillero del Diablo . Antes de ir para a Viña Concha y Toro devolvemos o X-Trail numa das revendas da Nissan. O carro foi entregue com sua missão cumprida e, felizmente, sem nenhuma ocorrência mecânica ou de qualquer outro tipo. Sem dúvida, é um SUV moderno, com a simplicidade japonesa e o conforto que se espera de um carro familiar desse porte.

Nunca é demais lembrar que foi a Nissan quem inventou o conceito de crossover, com o Qashqai, quando uniu as características de um SUV com as de um carro de passeio. O X-Trail é chamado de SUV, como todos os carros de sua categoria hoje em dia, mas ele também pode ser considerado um crossover por ter a altura elevada e a tração integral de 4x4 em perfeita harmonia com o conforto e o espaço interno de um station wagon.

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Depois de devolver o Nissan X-Trail, valeu apreciar a beleza da Viña Concha y Toro, que é realmente singular
Sergio Quintanilha/República do Automóvel
Depois de devolver o Nissan X-Trail, valeu apreciar a beleza da Viña Concha y Toro, que é realmente singular

Portanto, fomos de metrô até a Viña Concha y Toro, parando quase no final da linha 4 azul (Las Mercedes), já no extremo de Santiago. Mesmo assim, é necessário pegar uma van que faz o trajeto do terminal de metrô até a vinícola. Normalmente, é preciso comprar antecipadamente a visita (a partir de 16.000 pesos por pessoa, ou R$ 96), mas arriscamos e conseguimos vaga, comprando a entrada na hora.

Esse ingresso dá direito a um tour com guia brasileiro e a três degustações de vinho: um branco e dois tintos. A taça de cristal é brinde da casa. O mais interessante da visita à Concha y Toro é conhecer a história de Don Melchor de Concha y Toro, que a fundou em 1883. Devido aos constantes roubos que sofria na adega, Don Melchor projetou a imagem de um diabo no fundo na vinícola e espalhou a história de que ali se escondia o próprio. Os poucos que viram se assustaram e os roubos cessaram. Daí o vinho Casillero del Diablo. Hoje a Concha y Toro é controlada pelas famílias Guilisasti e Larraín e exporta seus vinhos para mais de 100 países.

Dicas finais sobre o Chile

Depois de rodar 2.600 km no Chile com um Nissan X-Trail , conhecendo Santiago, Valparaíso, Viña del Mar, Chillán, Temuco, Pucón, Valdivia, Frutillar, Puerto Varas, Puerto Montt, Ensenada, Petrohué, Puerto Octay, os lagos Villarrica e Llanquihue, e de observar os vulcões Villarrica, Osorno, Calbuco e Puntiagudo, só resta dizer que vale a pena pegar um avião e cruzar a Cordilheira dos Andes para se aventurar nesse belíssimo país da América do Sul.

Minhas dicas finais são as seguintes :

1) Prefira viajar na primavera, pois é quando as flores do sul desabrocham e o país fica mais bonito, além de o frio ser suportável.

2) Leve dólares para trocar lá, pois a cotação normalmente é boa. Também é importante sair com alguns pesos aqui do Brasil. Um real equivale a 167 pesos chilenos.

3) Um transfer para quatro pessoas do aeroporto para a região central de Santiago sai por 20.000 pesos (R$ 120) e pode ser negociado na área de desembarque do próprio terminal.

4) Alguns voos da Latam são feitos em aviões de um corredor (Airbus A320), sem entretenimento a bordo, mas existem voos servidos com Boeing 767 e 787, widebodies bem maiores e equipados para rotas intercontinentais, o que torna a viagem mais confortável. Os voos da Gol são sempre em Boeing 737.

5) Ficar no bairro da Providencia, em Santiago, é mais interessante do que no centro. Optamos por um flat chamado RQ Providencia.

6) As estradas chilenas são excelentes e muito bem sinalizadas. A maioria tem pista dupla e o pedágio nunca passa de 2.500 pesos (R$ 15) nos trechos em que viajei.

7) O combustível tem praticamente o mesmo preço do Brasil e custa a partir de 850 pesos (R$ 5). Como as estradas são boas e o tráfego flui, o consumo não costuma ser alto. A melhor rede de postos é da Copec.

8) A comida é barata e tem o mesmo preço em qualquer lugar do país. Um bom prato com carne/frango/peixe, batatas/arroz e salada custa entre 8.000 e 11.000 pesos (R$ 48 e R$ 66) e é bem servido. Os pratos mais baratos são “a lo pobre” (ao pobre), trazem ovo frito e podem custar entre 4.000 e 6.000 pesos (R$ 24 e R$ 36).

9) Os remédios são caros, de três a quatro vezes mais do que no Brasil, por isso vale a pena levar aqueles que você pode necessitar na viagem.

10) O Chile é uma estreita faixa de apenas 177 km de largura, mas com 4.270 km de comprimento, com grande incidência de terremotos e erupção de vulcões, a maioria sem qualquer dano para a população, com paisagens diferentes e maravilhosas.

11) A letra “N” com tio em cima (ñ) tem o som de “nh”, portanto a pronúncia correta não é “Vina del Mar” e sim “Vinha del Mar”. Já a letra “Q” pronuncia-se “cu”. Não tenha vergonha de falar “cu” quando quiser soletrar “Q”, pois só assim eles entendem. O chileno não é muito paciente com turistas, especialmente os garçons e os vendedores.

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