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Além do custo-benefício, a facilidade de se adaptar na dirigibilidade deve ser o principal fator de escolha. Com isso, reservamos uma de cada segmento

É sempre bom lembrar que toda a decisão exige cautela e sabedoria. Quando falamos de veículos, não só de motocicletas, o ideal é sempre ter em mente onde está o melhor custo-benefício, a opção que mais vai atender às expectativas e, além disso, a que estará sempre à postos por você. No caso de quando se escolhe a primeira moto, um fator importante é a necessidade de se adaptar a esse novo mundo motorizado.

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Não adianta partir logo para um modelo pesado, grande e com muita potência que o manuseio será complicado a quem está apenas começando. E nem procurar abusar demais na dirigibilidade da primeira moto também.

Outro ponto é a necessidade de aprender algumas “manhas”, que vão ajudar a poupar o equipamento. Entre elas, o ponto certo ao trocar de marcha, desvio de buracos, trafegar pelo corredor e outros fazem toda a diferença. Assim, veja opções de primeira moto que levam em conta tudo o que foi dito, sem repetir marcas e nem categorias.

5 — Esportiva: KTM Duke 200 ABS (R$ 17.900)

KTM Duke 200 arrow-options
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Estilo, desempenho, agilidade e facilidade de guiar. Talvez seja uma das escolhas mais legais de primeira moto

Ser um motociclista iniciante, que necessita de uma adaptação ao volante, não é impedimento para poder escolher algo bem divertido. A KTM Duke 200 ABS é uma das esportivas mais em conta . Com apenas 130 kg, oferece muita agilidade e retomadas rápidas. Vem equipada com motor de 199,5 cc que gera 26 cv e 1,96 kgfm, mas roda apenas com gasolina. Assim, é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos.

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O painel da Duke já vem com computador de bordo que mostra tempo de condução, velocidade média, indicador de marcha, consumo instantâneo, autonomia, quilometragem até a próxima manutenção, hodômetro total e parcial. Além disso, suspensão dianteira é do tipo telescópica invertida, com a traseira monoamortecida, os freios a disco nas duas rodas (300 mm na frente e 230 mm atrás) e seu chassi tubular de aço tem formato de treliça.

4 — Trail: Yamaha Crosser 150 Z ABS (R$ 12.790)

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A Yamaha XTZ 150 Crosser Z tem para-lama dianteiro alto e a exclusiva cor Competition Blue

Eis a opção mais “casca grossa” da lista. Pensada para se sair bem no off-road, a  Yamaha Crosser 150 Z tem uma ciclística leve e é capaz até de assegurar algum conforto. Se é uma proposta que interesse, opte pela versão Z ABS, que é mais legal visualmente que a S, por apenas R$ 200 a mais.

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Entre os equipamentos da Yamaha Crosser , vem com rodas de 19 polegadas na frente e 17 atrás, motor de um cilindro, flex, de 150 cc, capaz de gerar 12,4 cv e 1,29 kgfm, câmbio de cinco marchas, 180 mm de curso de suspensão, além de painel com conta-giros analógico grande, hodômetro parcial e indicador de marcha e relógio digitais.

3 — Scooter: Honda SH 150i ABS (R$ 12.700)

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Scooter é a melhor pedida quando se procura a segurança dos freios ABS, custo mais reduzido e dirigibilidade fácil

A moto mais fácil de guiar da lista (tal como todos os outros scooteres) também é mais em conta com freios ABS. Mesmo que pouca coisa maior que a Honda PCX , o  SH 150i é R$ 490 reais mais em conta que a versão de entrada da “irmã” com ABS e é pensado para oferecer mais conforto, com maior altura do banco e da suspensão. Vem equipado com motor monocilíndrico, de 149,3 cc, que é capaz de gerar 14,7 cv e 1,4 kgfm e rodar até 250 km.

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Entre os equipamentos, oferece luzes de LED, chave "inteligente" presencial e rodas de 16”.
Além da posição de dirigir — onde o condutor se senta, e não monta na moto — o câmbio CVT é o que mais contribui para uma dirigibilidade fácil. Quem precisa transportar objetos sob o banco, está limitado a 10 kg de carga e um espaço que comporta até um capacete fechado. Oferece, também, tomadas 12V e um gancho que suporta até 1,5 kg, para prender uma bolsa, ou sacola apoiado no assoalho plano.

2 — Naked: Haojue DK 150 S FI CBS (R$ 8.890)

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Haojue DK 150 tem a proposta de unir o máximo de equipamentos possível para a sua categoria de preço

Eis a moto urbana mais em conta que se pode comprar, antes das CUBs (próximo item). Segundo relatos de vários leitores, trata-se de uma moto que faz clientes chegarem a questionar as rivais Honda CG 160 (R$ 8.890 — que custa o mesmo) e as Yamaha Factor 125 (R$ 9.090) e 150 (R$ 10.090). Vale lembrar que a redação do iG Carros apurou que a DK 160 está para chegar no ano que vem .

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Além de utilizar peças desenvolvidas pela Suzuki, vem com um motor monocilíndrico de 149 cc, com refrigeração a ar, capaz de gerar até 11,27 cv e 1,16 kgfm. Também traz rodas de liga leve de 18 polegadas e disco de freio na dianteira. Outro ponto positivo é o painel multifuncional totalmente LCD, que conta com indicador de bateria, alerta de troca de óleo, odômetro parcial e total, indicadores de marcha, conta-giros e indicador de nível de combustível.

1 — Cub: Taxx Sky 125 CBS (R$ 5.872)

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Por pouco mais dinheiro que se paga por uma "cinquentinha", já se adquire uma motocicleta "de verdade"

Para finalizar, uma das motos “não-cinquentinha” mais em conta do Brasil. As CUBs (Category Upper Basic) são o segmento que mais entrega versatilidade no mundo das duas rodas. Com pequeno porte, pouco peso e manutenção extremamente baixa — devido à concepção simples do conjunto mecânico — práticas como as scooteres, só que mais resistentes a longo prazo e oferecem o estilo de pilotagem das nakeds .

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No caso da Traxx Sky 125 , vem com motor refrigerado a ar, de quatro tempos, que gera 8,8 cv e 0,96 kgfm. O câmbio, por sua vez, tem um mecanismo rotativo e semiautomático que facilita as trocas de marcha, sem o uso da embreagem. Além disso, vem com mostrador de marcha digital, hodômetro, marcador de combustível, indicadores de luz alta e neutro. Por fim, a última na lista da primeira moto ideal traz partida elétrica e a pedal, descanso central e lateral, porta-capacete e dois anos de garantia de fábrica.